Será que um cadeado de combinação poderia provar que é possível falar com os mortos?

Por Gustavo José
O falecido pesquisador Dr. Ian Stevenson certa vez apresentou uma maneira inovadora de provar que podíamos falar com os mortos.

O Dr. Stevenson, que faleceu em 2007, foi um psiquiatra renomado, conhecido por fundar a Divisão de Estudos Perceptivos da Faculdade de Medicina da Universidade da Virgínia – um departamento que se dedicava (e ainda se dedica) à investigação da reencarnação, da vida após a morte e outros temas semelhantes.

Durante sua atuação lá, ele e seus colegas documentaram 2.500 casos de crianças que pareciam se lembrar de detalhes de suas vidas passadas e conduziram extensas pesquisas sobre cada um deles a fim de encontrar evidências que corroborassem essas memórias.

Podemos nos comunicar com os mortos? Crédito da imagem: Pixabay / FalcoZen

Mas foi um experimento idealizado pelo Dr. Stevenson, numa tentativa de provar a possibilidade de comunicação com os mortos, que permanece como o aspecto mais singular e notável de seu trabalho no departamento.

Conhecido como o "Teste do Cadeado de Combinação para Sobrevivência", esse objeto aparentemente simples é, essencialmente, pouco mais do que um cadeado de combinação padrão de 6 dígitos que permaneceu fechado por décadas.
O Dr. Stevenson raciocinou que, se conseguisse transmitir o código da fechadura para alguém após sua morte, isso provaria não apenas que nosso espírito continua a existir após a morte, mas também que é possível se comunicar com aqueles que já partiram.

Infelizmente, apesar de sua morte em 2007, ninguém ainda conseguiu abrir a fechadura.

Hoje, o departamento continua suas pesquisas sobre as possibilidades de vida após a morte e, ao fazê-lo, honra o trabalho do homem que iniciou tudo isso há mais de 40 anos.

Resta saber se alguém algum dia descobrirá o código de sua fechadura.

Imagem em destaque: Dr. Ian Stevenson