Baleia Azul: o jogo mortal que chocou o mundo

Por Tio Lu

O "Baleia Azul" foi um jogo mortal que se tornou viral em 2016, originado na Rússia e depois se espalhou para outros países. O jogo consistia em uma série de desafios perigosos e autodestrutivos, culminando em um desafio final de suicídio.

Baleia Azul
Baleia Azul

O jogo ganhou notoriedade por ter supostamente levado jovens a cometerem suicídio. Embora não haja provas concretas de que alguém tenha morrido diretamente por causa do jogo, há relatos de jovens que afirmaram ter sido pressionados a participar dele e cometeram suicídio como resultado.

Os desafios variavam desde atividades relativamente inofensivas, como ouvir músicas tristes, até tarefas mais perigosas, como cortar a própria pele em formas específicas. A etapa final do jogo era o desafio final de suicídio.

O jogo "Baleia Azul" gerou muita preocupação e alarme em todo o mundo, e muitos países tomaram medidas para combatê-lo. As autoridades policiais em todo o mundo rastrearam e prenderam curadores que instigavam jovens a participar do jogo. Vários países proibiram o conteúdo relacionado ao jogo em suas redes sociais e implementaram campanhas de conscientização para alertar os jovens sobre os riscos do jogo.

Apesar da preocupação gerada pelo jogo, muitas pessoas ainda questionam sua existência e afirmam que ele foi inventado para ganhar atenção da mídia. Entretanto, há evidências suficientes para afirmar que o jogo "Baleia Azul" foi real e que representou um risco real para jovens em todo o mundo.

Felizmente, o jogo parece ter sido erradicado. Não houve relatos de novos casos desde 2017, e a falta de evidências concretas sobre sua existência sugere que a ameaça representada pelo jogo é improvável.

No entanto, é importante lembrar que o "Baleia Azul" foi um alerta para os perigos da internet e para a necessidade de prestar mais atenção ao bem-estar emocional dos jovens. A conscientização sobre o jogo e o diálogo aberto sobre saúde mental e bem-estar emocional continuam sendo importantes para proteger os jovens de comportamentos autodestrutivos e de outros perigos online.